Operações irregulares rasparam as contas da prefeitura de Macau

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A cidade de Macau recebeu uma arrecadação bruta estimada em R$ 8,7 milhões, no mês de dezembro de 2016, mesmo assim, a situação financeira da Prefeitura de Macau, herdada pelo novo prefeito Tulio Lemos é vexatória. Nesta terça-feira, 3, segundo dia útil ano, o prefeito foi informado do saldo de apenas três mil e seiscentos reais na conta única do município, já na saúde, o valor deixado pelo prefeito interino Einstein Barbosa foi de apenas treze mil e trezentos reais, enquanto que na conta dos royalties ficou um saldo inexpressivo de um mil e trezentos reais.
Os recursos na ordem de R$ 777.381,32, correspondentes à multa da repatriação, depositados na conta da prefeitura pelo Governo Federal, no último dia do ano de 2016 não foram encontrados na conta bancária. Lembrando que esse valor da repatriação chegou perto de R$ 1,3 milhão a mais nos cofres do município, incluindo aí que 1% foi descontado para o PASEP, 15% para a Saúde e 20% para Educação.
Para a assessoria jurídica do prefeito Tulio Lemos, com o fechamento das agências bancárias no dia 30 de dezembro e impedido de colocar a mão no dinheiro público, Einstein usou de uma “manobra criminosa”, programando transferências bancárias para pagamento de fornecedores e prestadores de serviços, já no exercício de Tulio Lemos e chegou também a emitir cheques sem fundos para pagar servidores.
Por Celso Amâncio

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