Temer seria candidato em 2018, antes do grampo da JBS

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A delação premiada dos donos da JBS  jogou um balde de gelo nas pretensões políticas de Michel Temer. Animado por estudos levados a ele pelo ministro Moreira Franco (PMDB-RJ), o presidente estava convencido de sua viabilidade eleitoral e já fazia planos de concorrer à reeleição em 2018.
“Estarei no segundo turno”, disse Temer a interlocutores próximos dias antes de a bomba explodir em seu colo. Pelos planos dele e de Moreira, a reforma da Previdência seria aprovada na Câmara, a economia aceleraria no próximo ano e a popularidade do presidente subiria.
Joesley Batista frequentava não apenas a residência oficial como também a casa de Temer em São Paulo.
E o empresário reforçou sua segurança e de sua família depois que iniciou as tratativas para o acordo de delação premiada

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