Lava-Jato: ministro Fachin nega pedidos de Henrique Alves, Vaccari e Cunha

Henrique Alves está preso desde junho de 2017
Em um só dia, o ministro Edson Fachin, relator dos processos da Operação Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), negou pedidos de cinco investigados. Na segunda-feira, 30, ele indeferiu habeas corpus do ex-presidente da Câmara Henrique Alves (MDB-RN) e do ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, que estão presos, e do doleiro Enivaldo Quadrado, que tenta evitar a prisão iminente. Negou ainda pedido do também ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (MDB-RJ), que queria paralisar um processo que está sob os cuidados do juiz Sergio Moro, responsável pela Lava-Jato na primeira instância. Por fim, Fachin rejeitou pedido para parar um inquérito aberto no STF para investigar o senador Humberto Costa (PT-PE). Mas nesse caso não há informações no processo sobre de onde partiu o pedido: se do próprio parlamentar ou de algum outro citado na investigação.
O ex-deputado potiguar, Henrique Alves, está preso desde junho do ano passado. Ele responde a processos por irregularidades na Caixa Econômica e na construção da Arena das Dunas, estádio em Natal usado na Copa do Mundo de 2014, mas nega irregularidades. Em fevereiro, a Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou habeas corpus e o manteve preso. A defesa recorreu ao STF em 5 de abril. Fachin negou a liminar, ou seja, deu uma decisão provisória. Ainda não houve decisão definitiva no caso. (Com informações O Globo).

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