Mais de 130 mil aposentados e pensionistas que não fizeram a prova de vida podem ter o benefício suspenso

Procedimento é obrigatório todos os anos para o segurado continuar recebendo
 os benefícios (Foto: Reprodução)
Cento e trinta e dois mil aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) em todo país que não fizeram a prova de vida referente a 2018 podem ter o pagamento suspenso ainda este ano. Esses segurados estão sob risco de ter o pagamento dos benefícios interrompido até que atualizem seus dados. O procedimento deve ser feito nas agências bancárias que pagam as aposentadorias e pensões.
De acordo com o INSS, os 34 milhões de aposentados e pensionistas são obrigados a fazer o procedimento todos os anos para continuar recebendo os benefícios. Atualmente, não há mais um prazo final para que todos se apresentem aos bancos. A prova de vida do INSS precisa ser feita até 12 meses depois da última atualização de dados.
Conforme o instituto, quem não se recadastrar depois de um ano da última comprovação terá o pagamento interrompido. Passados seis meses sem comparecimento, o benefício é cessado pelo INSS. O segurado só voltará a receber quando provar que está vivo. A Previdência ressalta que procedimento é obrigatório para quem recebe por meio de conta corrente, poupança ou cartão magnético.
A prova de vida começou a ser exigida de quem recebe benefícios do INSS em 2012. O objetivo é aumentar a segurança para evitar fraudes e pagamentos indevidos de aposentadorias e pensões.
A atualização deve ser feita anualmente na rede bancária. Cada instituição financeira determina a forma mais adequada para o procedimento.
Alguns bancos usam a data do aniversário do beneficiário, já outros a data de aniversário do benefício. Há os que convocam na competência que antes do vencimento da comprovação de dados.
Documento para comprovar que está vivo
Para os segurados do INSS cumprirem o procedimento, basta que compareçam ao banco em que recebem o benefício, apresentar documento de identificação com foto (carteira de identidade, carteira de trabalho, carteira nacional de habilitação e entre outros). Algumas instituições financeiras usa a biometria nos terminais de autoatendimento.
Os beneficiários que não puderem ir até às agências bancárias por motivos de doença ou dificuldades de locomoção devem fazer comprovação de vida por meio de procurador devidamente cadastrado no INSS.
O aposentado que mora fora do país também tem como comprovar que está vivo por meio de procurador cadastrado ou com documento de prova de vida emitido por consulado. Há possibilidade de usar Formulário Específico de Atestado de Vida para o INSS. (Com informações O Dia).

Comentários