Presidente Bolsonaro lança programa para reduzir preço do gás natural

O presidente Jair Bolsonaro e os ministros Paulo Guedes, Bento Albuquerque e 
Onyx Lorenzoni, durante cerimônia de lançamento do novo mercado de gás, no
 Palácio do Planalto (Foto: Reprodução/Renova Mídia)
O governo lançou na terça-feira, 23, o Programa do Novo Mercado de Gás, que reunirá medidas para reduzir o preço do gás natural. A expectativa da equipe econômica é que o programa contribua para a retomada do crescimento econômico do país.
O programa vem sendo formatado há meses por técnicos liderados pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, e de Minas e Energia, Bento Albuquerque. O lançamento foi feito pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) em evento no Palácio do Planalto.
Na solenidade de lançamento do programa, o presidente da República também assinou decreto que institui o Comitê de Monitoramento da Abertura do Mercado de Gás Natural. O comitê, segundo o governo, vai coordenar ações e atividades para quebrar o monopólio do petróleo e do gás natural.
O governo pretende garantir acesso de empresas privadas à infraestrutura de escoamento e transporte de gás natural. Com isso, espera tornar mais competitivo o preço do gás natural. A meta é que o valor passe dos atuais US$ 14 por milhão de BTU (unidade térmica britânica, na sigla em inglês) para US$ 6 ou US$ 7.
Hoje a maior parte da cadeia de escoamento e transporte do produto é dominada pela Petrobras.
“Esse patamar de preço que pode ser ainda menor em um mercado aberto e competitivo, impulsionando o aumento do consumo em grande escala do gás natural e a retomada do processo de industrialização”, diz nota técnica do comitê responsável pela promoção da concorrência no mercado de gás natural.
Segundo o governo, o programa pretende aprimorar o aproveitamento do gás do pré-sal da Bacia Sergipe/Alagoas e de outras descobertas, aumentar a competição na geração termelétrica a gás e ampliar os investimentos em infraestrutura de escoamento, processamento, transporte e distribuição de gás natural. (Com informações G1 – Brasília).

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