Lula possui mais “haters” (ou desafetos ideológicos) que Bolsonaro, aponta pesquisa

O presidente Jair Bolsonaro e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (Foto: Sérgio Lima/Poder360)
A Quaest Consultoria e Pesquisa divulgou no domingo, 29, um estudo (eis a íntegra) sobre o vínculo emocional da sociedade com as suas lideranças políticas. A pesquisa leva em conta os dois nomes mais influentes do poder político na atualidade: o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o atual presidente da República, Jair Bolsonaro.
O estudo revela que o ex-presidente Lula possui mais haters (ou desafetos ideológicos) do que o atual mandatário, Bolsonaro. Haters são perseguidores ou “odiadores” online que buscam diminuir a imagem de alguém, geralmente, pessoas públicas.
O indicador do estudo é baseado em uma escala de 0 a 100, sendo que quanto mais perto de 0, mais emoções negativas o político desperta e, quanto mais próxima de 100, mais emoções positivas.
Os resultados para cada variável são divididos e segmentados em 5 grupos:
. De 0 a 39 (haters);
. De 40 a 59 (potenciais haters) De 60 a 74 (indiferentes);
. De 75 a 87 (potenciais admiradores) De 88 a 100 (admiradores).
Foram consultados brasileiros de 110 municípios dos 26 Estados e do Distrito Federal.
Eis os índices:
Bolsonaro é mais admirado entre mulheres
A pesquisa também leva em conta a percepção dos brasileiros por gênero. O atual chefe do Executivo é mais respeitado entre as mulheres (24%). Enquanto 19% delas preferem Lula.
Entre as haters, 50% são contra o petista. Já 42% rechaçam a atuação de Jair Bolsonaro.
Brasileiros no centro
O estudo revela que os brasileiros estão mais alinhados a uma posição política mais conservadora, de maneira que 43% se consideram de direita. Outros 44% disseram ter uma posição mais conciliadora, ao centro:
Ainda de acordo com o escrutínio, se as eleições fossem realizadas hoje, 46% dos entrevistados disseram que votariam em Jair Bolsonaro; já 32% indicaram preferência por Lula. O grupo dos que não souberam ou não responderam responde por 22% dos entrevistados. (Com informações Poder 360).

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